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krav maga de raiz – o verdadeiro krav maga

O Krav-Magá como arte marcial para defesa pessoal é inédito e diferente e seu fundador é, sem dúvida, um dos maiores gênios do século XX.

Poucas pessoas se dedicam à criação de uma nova arte e somente uma fração delas consegue ver a

sua criação se tornando um caminho de vida para centenas de milhares de pessoas, que treinam e pesquisam cada movimento, dia e noite.

É um êxito imenso e talvez esta seja a chave para entender por que tantas pessoas, com carga emocional tão forte, se declaram “os herdeiros” do fundador da arte e mudam os rumos da história para que sirvam a seus próprios interesses.

Personagens como o Criador do Krav-Magá – o Sr. Lichtenfield – devem ser estudadas, analisadas e compreendidas de forma absoluta, como eles pensam e agem, o que os move e de onde eles recebem a sua criatividade.

Precisamos guardar e proteger o legado dessas pessoas para o bem das futuras gerações, por que seus atos e feitos são parte do patrimônio da humanidade.

No final do dia, todos nós queremos ser melhores, avançar com nossas vidas.

A invenção da tipografia e, consequentemente, a expansão do acesso à informação foram um grande passo em direção à modernidade. Hoje em dia, qualquer um pode ir à livraria mais próxima e adquirir em preço acessível todo tipo de conhecimento que lhe interessa.

Este é o grande poder dos livros e também da atual pesquisa.

A necessidade do homem de escrever a sua historiografia sempre existiu, desde que o homem aprendeu a desenhar nas paredes das cavernas, há milhares de anos atrás, e muito antes da letra escrita e do papel serem inventados.

Se não soubéssemos a nossa história, não poderíamos chegar onde estamos hoje, nenhuma religião sobreviveria.

Em todo o caso, lembre-se de que é essencial treinar com o auxílio de um profissional.

Meamen Edilson

Fenômenos astronômicos e meteorológicos que foram observados gerações atrás, ajudam os cientistas contemporâneos a estabelecer regras, uma vez que eles seguem os diferentes ciclos da natureza que foram documentados ao longo dos anos.

Por outro lado, em qualquer episódio histórico importante, sempre encontramos pessoas que tentam conduzir a narração dos eventos para cobrir seus próprios pecados e ações.

Como o Krav-Magá é uma invenção Azul-Branco, “fabricado” em Israel, fruto da “cabeça judaica”, então talvez o melhor caso seria Krav-Magá.

Mas um fato é eterno: alterar e apagar partes da história é um ato criminal, embora muitas vezes passe impune. Fraude é um crime e enganar o público propositalmente também é.

Todas as descobertas e interpretações que aparecem na pesquisa são baseadas em matérias escritas que foram publicadas por e em nome de seus articulistas, enquanto a verdade histórica do Krav-Magá refere-se a ela mesma, isto é, considerasse

exclusivamente a sequência exata e válida dos acontecimentos e aprecia-se apenas a percepção puramente historiográfica e profissional.

Os documentos e testemunhos que analisei e que são expostos a todos, examinei somente do ponto de vista histórico, ou seja, verifiquei se realmente o evento em questão aconteceu ou se algum documento que me foi apresentado ( por exemplo: diversas publicações parciais, citações diretas de sites relacionados ao trabalho, correspondências eletrônicas com diversas organizações e pessoas ligadas a Krav-Magá e à pesquisa e que comprovem a sua coerência e autenticidade ) – é

legítimo, ou, como aconteceu em muitos casos, não passa de uma invenção da pessoa que o publicou.

Quando obtive fatos concretos e indiscutíveis, os publiquei ao pé da letra e, em algumas ocasiões excepcionais, quando historicamente relacionadas ao aspecto profissional do Krav-Magá, tornei os esclarecimentos mais explícitos para

facilitar ao leitor o seu entendimento.

Os primeiros dez alunos do fundador Imi, que fizeram uma contribuição indispensável para a criação do Krav-Magá, eram também essenciais para esta pesquisa e sem a ajuda que eles me ofereceram eu nunca poderia ter terminado o

meu trabalho.

Infelizmente devo dizer que a maioria das “organizações” de Krav-Magá que funcionam sob uma variedade de nomes e designações (que geralmente são deslocados de qualquer realidade histórica ) não estavam dispostas a cooperar com minha

pesquisa. Os poucos comentários que consegui arrancar recebi de formas indiretas.

Os “líderes” dessas organizações resolveram abusar do seu direito de calar e especialmente aqueles que foram mencionados neste livro. O Sr. Darren Levin, dos Estados Unidos, por exemplo, teve o trabalho de nos escrever que ele não comenta

“perguntas políticas”.

Uma exceção a essa regra foi o Sr. Yaron Lichtenstien, que disponibilizou a meu favor todos os arquivos históricos e profissionais que estavam em sua posse.

Depois da morte do Imi, naturalmente vários herdeiros do “seu caminho” se ergueram, mas, de forma enigmática e

arrogante, esses sucessores se orgulham justamente por terem mudado de algum modo a criação srcinal do fundador.

Não conseguimos achar sequer um que tenha como lema principal as suas qualidades físicas, sua perfeita técnica de chutes, sua habilidade com as mãos ou qualquer outra ênfase profissional, estes simplesmente não existem.

Os característicos qualitativos que acompanham as artes marciais não são do interesse daqueles “sucessores” que veem no legado do fundador nada mais do que uma forma de aumentar o seu próprio prestígio.

Agora, um pensamento nos deixa curiosos: se eles alteraram o caminho srcinal do Krav-Magá, por que ainda ficam se vangloriando disso?

E segundo, no momento em que eles começaram o processo de transformação, eles não são mais “herdeiros”, mas criadores e desenvolvedores de uma nova trajetória, sendo esta melhor ou pior.

E mais, por que eles empregam o nome do fundador e do Krav Magá num sistema que eles mesmos inventaram?

Ele simplesmente abusa de um nome popular e acrescenta seu nome como o criador de um novo caminho, e, ao fazer isso, ele engana o público e seus alunos que acreditam estar praticando Krav-Magá.

Mas ele não é o único que lucra com o nomedo Krav-Magá.

Venha fazer uma aula experimental conosco, aumentando sua auto-estima com habilidades de defesa pessoal que podem salvar a sua vida ou a de um ente querido.

Eis uma lista incompleta de alguns outros “sistemas” que surgiram ultimamente:

Krav-Magá Internacional?

Associação de Krav-Magá israelense?

Krav-Magá Kapap?

Krav-Magá Maor?

Krav-Magá Americano?

Krav-Magá Commando?

Krav-Magá Militar?

Krav-Magá Aikikai?

Krav-Magá Operacional?

Krav-Magá Tático?

E esta lista é só o início – com certeza existem outros nomes que minha pesquisa não encontrou.

Mas como podemos distinguir qual desses nomes é o correto? uais são os instrumentos que um leigo, à procura de um lugar para treinar, tem para saber a verdade?

As respostas estão entalhadas nas páginas desta pesquisa.

Não é o suficiente anular um nome em favor do outro.

Em primeiro lugar, temos que conhecer o Krav-Magá de forma íntima e profunda e, em seguida, seremos capazes de julgar por nossos próprios olhos, de separar o joio do trigo.

Em todo o caso, lembre-se de que é essencial treinar com o auxílio de um profissional.

Meamen Edilson

Em cada bairro, cidade ou país acharemos outra variação do Krav-Magá, de acordo com o grau de imaginação dos instrutores locais. A pesquisa tentará elucidar as razões desse fenômeno.

Entrevistei os primeiros e mais veteranos alunos do fundador Imi.

Eles somam um grupo de dez pessoas e são os únicos que tiveram o privilégio de receber a faixa preta e graduações maiores do Sr. Lichten field.

Suas histórias foram essenciais para desvendar os primeiros passos do Krav-Magá.

Fonte: Livro Gênesis – A história do Krav Maga.

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